AP prorroga medidas restritivas e estende funcionamento de supermercados; veja horários

Definido pelo governo como ‘lockdown’, decreto é válido por mais 4 dias. Supermercados poderão funcionar das 7h às 20h até sábado (10) e até as 13h no domingo (11).

O governo do Amapá prorrogou por mais 4 dias, com validade até domingo (11), as medidas mais restritivas de circulação de pessoas e abertura do comércio. O decreto busca a redução de casos, internações e mortes pela Covid-19. O executivo informou que irá se pronunciar na manhã de quinta-feira (8) sobre os motivos que levaram à manutenção dos termos.

Foram mantidos o toque de recolher a partir de 20h, a proibição da venda de bebida alcoólica, o rodízio de veículos em Macapá e limitação no horário de funcionamento de atividades econômicas e sociais.

Nos outros dias de vigência do decreto: quinta-feira (8), sexta-feira (9) e sábado (10) está permitida a abertura de diversas atividades, separadas pelas modalidades: presencial, delivery, drive-thru e agendamento.

Durante os três dias, o horário de funcionamento de supermercados e mini-boxes e mercantis foi estendido para as 20h, antes era até as 18h.

O decreto do governo estadual pré-define horários para funcionamento dos locais. Confira os principais:

  • supermercados e atacarejos: 7h às 20h (presencial)
  • mini-boxes e mercantis: 10h às 20h (presencial)
  • feiras livres e fechadas, peixarias, açougues: 7h às 13h
  • oficinas mecânicas: 13h às 19h
  • ambulantes e camelôs: 9h às 15h
  • funerárias, hotéis, motéis, chaveiros, borracharias: 24 horas por dia

Entre os estabelecimentos com atendimento presencial estão: supermercados, atacarejos, ambulantes, panificadoras, mini-boxes, feiras fechadas e livres, oficinas mecânicas, batedeiras de açaí e postos de combustível. Restaurantes, lanchonetes e similares seguem apenas na modalidade delivery.

No domingo (11), poderão abrir somente atividades essenciais (hospitais, clínicas, hotéis, transporte coletivo e de passageiro, entre outras) e os seguintes estabelecimentos comerciais:

  • farmácias e postos de combustível (24 horas)
  • supermercados, atacarejos, minibox, mercantil e assemelhados (7h às 13h)
  • ambulantes e camelô com lugar fixo (9h às 15h)
  • batedeiras de açaí (8h às 14h)
  • padarias e panificadoras (7h às 11h e das 15h às 19h)
  • revendas de água e gás; somente delivery (8h às 20h)
  • docerias, lanchonetes, restaurantes, pizzarias, churrascarias e similares; somente delivery (8h às 1h)
Academia em Macapá — Foto: Rafaela Bittencourt/Rede Amazônica

Academia em Macapá — Foto: Rafaela Bittencourt/Rede Amazônicahttps://tpc.googlesyndication.com/safeframe/1-0-38/html/container.html

Macapá manteve a abertura de academias de musculação, crossfit, dança e pilates. Com isso, esses locais podem funcionar em Macapá de 6h às 20h na quinta-feira (8), sexta-feira (9) e sábado (10), com 25% da capacidade e horário limitado para permanência de clientes.

Para igrejas e templos religiosos é liberado o funcionamento apenas de quinta (8) à domingo (11), de 6h às 20h, com limite de 50% da ocupação e no máximo 50 frequentadores.

Proibição total

Não podem funcionar:

  • museus, parques e bibliotecas;
  • shopping center e galeria comercial;
  • lojas de conveniência;
  • serviços de transporte hidroviário interestadual de passageiros (só é permitido o transporte de cargas);
  • bares, boates e casas de shows;
  • cinemas;
  • clubes de lazer e balneários;
  • eventos esportivos e atividades esportivas coletivas, como escolas de natação e futlama, e também estabelecimentos voltados para esportes de contato;
  • agrupamentos de pessoas, veículos, festas e passeios em locais públicos e privados (em embarcações, ônibus, sítios/terrenos e similares, salões de festas e quaisquer outras áreas de convivência de uso comum em condomínios, associações e congêneres).

As aulas na rede de ensino pública e privada seguem suspensas. Sobre os serviços públicos, o Estado decretou regime de teletrabalho a todos os funcionários do Executivo. A exceção são órgãos da saúde, segurança e que atuem na linha de frente do combate contra a Covid-19.

O Estado e a Prefeitura de Santana no lockdown

Nogueira

Por Antonio Nogueira

A atual gestão do Município de Santana tem dado umas “barrigadas” imperdoáveis, em redação de documentos oficiais.

Os efeitos do DECRETO MUNICIPAL 659/2020 que institui o LOCKDOWN em SANTANA, com rodízio na circulação de veículos e fechamento do comércio não-essencial, já iniciaram no dia 16/05 (sábado). SÓ QUE NÃO!

Os redatores do Decreto e a falta de análise mínima de quem o assinou (o prefeito Ofirney), deixaram no Decreto a data de validade a partir do dia 16 passado, quando deveria acompanhar a data do Decreto estadual 1726/2020, que tem início somente a partir do próximo dia 19, terça-feira.

Ou seja, um Decreto com força de lei, banalizado pela incompetência de uma gestão fracassada que não consegue, sequer, fazer o “feijão com arroz” da parte mais básica de uma gestão.

DECEPCIONANTE!

Decreto do prefeito de Santana estabelece regras para entrada no distrito da Ilha de Santana

O prefeito Ofirney Sadala, de Santana, baixou nesta quinta-feira (7) o Decreto 620/2020, alterando decretos de 15 e 17 de abril, em razão da continuidade ao combate da Covid-19, em todo o território do município.

De acordo com o artigo terceiro do decreto desta quinta-feira, fica proibido o ingresso no distrito da ilha de Santana de pessoas de outra cidade da federação, bem como de pessoas não residentes ou domiciliadas naquele distrito.

As autoridades municipais e estaduais, quando da fiscalização das regras, poderão exigir os seguintes documentos: certidão de matricula de imóvel; comprovante de pagamento de água, luz, telefone, IPTU, contracheques ou outro documento idôneo que comprove que a pessoa precise entrar na ilha.

Poderão ingressar no distrito da Ilha de Santana as pessoas pertencentes ao mesmo núcleo familiar, compreendido como tais: cônjuges; parentes em linha reta a exemplo de pais, filhos, avós e netos das pessoa que fizerem a comprovação com documentos estabelecidos.

Os proprietários de transportes fluviais como: catraios, barcos e balsas deverão fazer o controle de passageiros solicitando os documentos listados para fins de comprovação para transportar passageiros ao distrito da Ilha de Santana.

Os proprietários de catraios que fizerem transporte de passageiros para o distrito de Santana e vice e versa, deverão disponibilizar álcool em gel ou álcool 70% aos passageiros e só poderão transportar por viagem no máximo de cinco passageiros e todos (tripulação e passageiros) deverão esta utilizando máscaras de proteção.

Os proprietários ou condutores de catraios, barcos ou balsas que forem flagrados pela fiscalização transportando passageiros que não estejam utilizando mascara de proteção ou não comprovem no momento da fiscalização que é morador ou não tenham vinculo familiar com moradores da ilha, perderão a licença ou autorização de transportes até o fim da decretação da pandemia pelo covid-19.

O decreto do prefeito Sadala permite barreiras de fiscalizações municipais e estaduais nas entradas da cidade de Santana, visando impedir a entradas de pessoas no município que não sejam moradoras ou que não desenvolvam atividade laborais ou profissionais, com objetivo de diminuição do transito de pessoas inibindo assim a propagação da covid-19.

As autoridades municipais e estaduais, quando da fiscalização nas barreiras, poderão exigir os seguintes documentos para fins de comprovação a certidão de matricula de imóvel; comprovante de pagamento de água, luz, telefone, IPTU, contracheques ou outro documento idôneo que comprove que a pessoa precise entrar no município.

Os estabelecimentos e atividades que estão autorizados a realizar suas atividades pelo Decreto 456 de 3 de abril de 2020 até 18 de maio de 2020, alterado pelo Decreto 546 de 17 de abril de 2020, além de cumprir as determinações previstas nos mesmo e em outros decretos municipais. Deverão obedecer as recomendações das autoridades sanitárias, sendo obrigado ainda o cumprimento dos procedimentos de segurança, sob pena de aplicações das penalidades na legislação em vigor

Eu Fascio, sou amplamente favorável a restrição, acrescento ainda que toda Santana deveria entrar em lockdown, pois os descumprimentos das regras de quarentena está custando caro para o nosso município.

Fonte: https://www.diariodoamapa.com.br/cadernos/cidades/decreto-do-prefeito-de-santana-estabelece-regras-para-entrada-no-municipio/

Transcrito por; Mário Antonio Marques Fascio, analista de sistema, apaixonado por Santana e política.