Banco Central autoriza transferências de dinheiro pelo WhatsApp

BRASÍLIA — O Banco Central (BC) autorizou nesta terça-feira que o WhatsApp ofereça os serviços de transferência entre usuários do aplicativo. No entanto, o BC não permitiu a função de compra, que ainda está em análise.

A autorização foi dada para a Visa e a Mastercard, parceiros do WhatsApp, e ao Facebook, empresa dona do aplicativo de mensagens.

Presidente da Visa: Pagamentos por WhatsApp ‘colocam o Brasil em outro patamar de inovação’

“O BC acredita que as autorizações concedidas poderão abrir novas perspectivas de redução de custos para os usuários de serviços de pagamentos”, disse a autoridade monetária em nota.

Também em nota, o WhatsApp disse que está fazendo os ajustes finais e espera disponibilizar a função “assim que possível”.

“Recebemos com muita satisfação a decisão de hoje do Banco Central sobre a aprovação do nosso pedido de licença como iniciador de pagamentos, e estamos empenhados nos preparativos finais para disponibilizar esta funcionalidade do WhatsApp no Brasil assim que possível. Agora, mais do que nunca, pagamentos digitais seguros e convenientes oferecem uma solução vital para transferir dinheiro rapidamente para pessoas que necessitam e auxiliar empresas em sua recuperação econômica. Compartilharemos mais informações assim que a função de pagamentos estiver disponível no WhatsApp”.

Sexo entre mulheres: a legitimação do prazer lésbico

O prazer vem da exploração do corpo feminino, e o pênis – muitas vezes até os objetos fálicos – é totalmente dispensável.

A cena é clássica nos filmes pornôs: duas mulheres juntas, se beijando, olhando pra câmera e não uma para outra, até que um homem decide participar do sexo e elas passam a satisfazê-lo. Assim, geração após geração, é vendida a ideia do sexo entre mulheres: uma preliminar, diversão entre amiguinhas, um sexo incompleto e que deixa qualquer homem hétero enlouquecido com a ideia de ficar com duas mulheres.

Ideias como essas vêm sendo cada vez mais combatidas pelos profissionais que que trabalham com sexualidade e pelas mulheres lésbicas e bissexuais no intuito de legitimar as relações sexuais entre mulheres como elas realmente são: um ato de cumplicidade, amor e/ou apenas tesão entre duas mulheres, em que um pênis e um homem são dispensáveis visando o prazer dessas pessoas e não de terceiros.

Dessa forma, é muito importante dar visibilidade ao tema e tentar ressignificar alguns pensamentos sobre a sexualidade dessas mulheres.

O primeiro conceito a ser entendido é: não falta um pênis! Mulheres que se relacionam com mulheres querem exatamente isso: uma mulher. O prazer vem da exploração do corpo feminino, e o pênis (muitas vezes até os objetos fálicos) é totalmente dispensável.

Poucos estudos científicos avaliam exatamente o prazer sexual das lésbicas, mas os poucos existentes demonstraram uma taxa de satisfação sexual três vezes maior que na população heterossexual em vários parâmetros analisados. Mas por que isso acontece?

Todas as mulheres, desde a primeira infância, são pouco ensinadas sobre sexo e sua genitália, local que não deve ser tocado, exposto, nomeado e deve-se ter vergonha. Associado a isso, a falta de educação sexual masculina é ainda maior. Há mais incentivo ao sexo e supervalorização da genitália, porém, nenhuma orientação sobre o corpo feminino e sobre a resposta sexual da mulher.

Mulheres heterossexuais entrevistadas em inventários de pesquisa relatam falta de orgasmo nas relações em até 40% dos casos e quando se fala em falta de desejo sexual essa taxa pode ser ainda maior. Queixas sexuais são muito frequentes no dia a dia de um consultório ginecológico entre as mulheres heterossexuais, sendo a falta de conhecimento do parceiro sobre o seu corpo (prática de sexo oral, exploração digital da vagina, ato sexual focado apenas da penetração que por vezes chega a ser dolorosa etc) uma reclamação constante.

Entre as lésbicas, as queixas sexuais são menos frequentes. Se há dor na penetração, ela é evitada sem grandes prejuízos. É raro ter falta de orgasmo devido ao bom conhecimento das parceiras sobre seus corpos e principalmente pelo sexo não tão genitalizado.

Há maior liberdade de diálogo sobre o relacionamento e sobre as práticas sexuais na maioria dos casos. Mas e o desejo? Por muitos anos ouviu-se falar no termo “lesbian bed death”, que caracterizaria a falta de sexo num relacionamento duradouro entre mulheres, porém, hoje entende-se que a diminuição do desejo sexual ao longo das relações faz parte da resposta sexual feminina.

Mulheres hétero também perdem o desejo espontâneo a longo prazo, mas existe uma maior cobrança do parceiro pelo sexo, o desejo reprodutivo, os conceitos machistas de “fazer por obrigação do casamento” ou pelo medo de perder o parceiro caso não tenha relações frequentes. Todas as mulheres necessitam de vários fatores para despertar e manter o desejo sexual que vão além do desejo puramente físico. Cumplicidade, respeito, segurança, admiração são exemplos desses fatores.

Em 2001, a médica Rosemary Basson desenvolveu o modelo mais aceito atualmente sobre a resposta sexual feminina e seus estudos mostraram que essa reposta é cíclica: desejo gera prazer, que gera orgasmo, que pode gerar orgasmo novamente, que pode gerar nova lubrificação e todo esse processo é mantido pelo bom entrosamento do casal e sua relação com a sociedade.

A resposta sexual masculina (já estudada desde a década de 50 pelo casal Master e Jonhson e posteriormente por Helen Kaplan) é diferente: linear, onde temos excitação, ereção, prazer, ejaculação e resolução. Essas diferenças nas respostas sexuais podem gerar inadequações entre casais heterossexuais, o que é minimizado no sexo entre mulheres por todos os fatores já expostos.

Mas então a vida sexual das lésbicas é um “mar de rosas”? Longe disso. Elas também apresentam queixas sexuais e inadequações. Algumas sentem total aversão à penetração, o que pode gerar insatisfação na parceira; outras têm mais repressões sexuais. Conflitos do dia a dia causam um impacto maior na relação, além de fatores que numa relação entre mulheres são duplicados: TPM, cólicas, período menstrual, menopausa, gestação. Definições de papéis dentro do relacionamento podem também gerar conflitos sexuais: diferenças de salário, idade, grau de autoaceitação e aceitação dentro da família e da sociedade. Relações abusivas podem também estar presentes (lembremos que a masculinidade tóxica atinge a todos na sociedade e não apenas o sexo masculino).

É muito importante falar sobre o sexo entre mulheres não só do ponto de vista da saúde, cuidados e outros fatores, mas pela ótica do prazer. O prazer da mulher lésbica é muito pouco reconhecido na sociedade atual, e isso dá margem a comentários preconceituosos, investidas masculinas e desrespeito. Não é infrequente ouvir um homem pedindo a duas namoradas: beija pra eu ver, deixa eu participar. Ele pediria isso a mulher com um homem do lado? Provavelmente não. O sexo lésbico existe, por amor ou por tesão e ele pertence apenas àquele casal, não está à disposição do fetiche masculino, não é “menos sexo”, na grande maioria das vezes não é só uma fase ou uma experimentação.

Karina Cidrim

Médica ginecologista e obstetra pelo IMIP/PE com especialização em sexologia pela Santa Casa de São Paulo e climatério pela Unifesp. Atua como médica assistente do ambulatório de climatério e sexualidade do Hospital da mulher. Idealizadora do Instagram @saudesexual.

Copiado de : Sexo entre mulheres: a legitimação do prazer lésbico – CartaCapital

A matemática não mente, veja como o COVID pode afetar em nosso Município

Matemática do covid

Temos cerca de 120 (cento e vinte mil) habitantes, pelos cálculos menos alarmantes, creem que 70% (setenta por cento) pegaram o vírus do COVID.

Vejamos 70% de 120 mil habitantes, perfaz um montante de 84.000 pessoas infectadas, teremos em nosso Município pasmem, 84 mil pessoas com o vírus, temos um índice de morte de 2% (dois porcento) dos que contraem a doença não sobrevivem, ou seja, 1.680 pessoas mortas, se está projeção acontecer não teremos hospital, leitos de UTI, cemitério, ou câmaras frigoríficas para suportar tantas mortes, ressaltamos que pode ser mas grave senão dermos a assistência básica adequada aos doentes.

Logo temos que manter o lockdown existente para o achatamento desta calamidade, mas também temos que tomar medidas paralelas para tentar que não atinjamos este índice alarmante, que medidas?

  1. Alimentar as pessoas que precisam em sua residência, um programa para levar o alimento a quem, mas precisa;
  2. Ter os remédios da assistência básica nas farmácias para que as pessoas não agravem seu estado de saúde;
  3. Realização de testes para mapeamento das pessoas e de bairros mais afetados, e exames de alta complexidade ambulatorial como a tomografia computadorizada;
  4. Aferição dos bairros mais afetados para que seja tomada medidas de desinfecção e sanitárias;
  5. Manutenção de EPI´s para os trabalhadores da saúde e população que precise trabalhar;
  6. Confecção é distribuição de mascaras para a população que não pode adquirir.

Com estas medidas podemos diminuir as perdas que teremos, e quem sabe baixar os índices.

Hora de união entre os poderes, união, estado e município, para que possamos depois voltar a nossa normalidade.

Por Mário Antonio Marques Fascio. Fascio é analista de sistema, um observador da vida política de Santana-AP.

Feliz dia das mães!

Imagem de mãe

Infelizmente são tempos difíceis para todos. Estamos atravessando um momento incerto em que precisamos evitar a rua e o contato humano para garantir o controle da pandemia do Coronavírus (Covid-19). Ainda não sabemos quanto tempo isto irá durar, mas não podemos deixar o medo ocupar nossas mentes.

É tempo de ter esperança e de acreditar que dias melhores logo chegarão. Enquanto isso, vamos buscar encontrar no nosso lar – aquele canto que escolhemos como nosso – um conforto e uma segurança. Vamos ligar para as pessoas que amamos e lembrá-las constantemente do quanto as admiramos e de como é importante que todas se cuidem.

Logo tudo isto será passado e fará parte de uma história vivida pelas nossas gerações. Que façamos dos dias difíceis um aprendizado sobre a vida e nós mesmos.

 “Você não pode controlar todos os eventos que acontecem com você, mas pode decidir não ser reduzido por eles.”

 Maya Angelou

Neste tempo que muitas mães não podem abraçar seus filhos, fica a minha singela homenagem ao dia das mães em nome de minha esposa Keila Fascio.

Feliz dia das mães a todas as mães!

Por- Mário Antonio Marques Fascio, Fascio, um observador político de Santana-AP.

Morre Pimpolho Sanches

Os meios de comunicação e radiofônicos de Santana estão de luto. Faleceu na noite deste sábado (02), em Macapá, o radialista Rodivaldo dos Santos Medeiros, mais conhecido como Pimpolho Sanches.
De acordo com as primeiras informações, o radialista apresentou problemas renais e pulmonares, sendo levado ainda no início dessa semana ao Hospital de Santana, onde seu estado de saúde logo agravou-se.

Diante da situação, foi transferido para a capital, onde seguia internado no Hospital de Emergências.

Na última quinta-feira (30/04), sua esposa Rubiane Moreira ainda postou no Facebook um pedido de oração em favor de seu companheiro.
“Peço que todos meus familiares e amigos que orem pelo Pimpolho Sanches (meu esposo) que se encontra internado, vai ser preciso operar ainda hj, ele está precisando muito de suas orações”, assim diz um trecho da mensagem postada por sua esposa nas redes sociais.

Pimpolho carinhosamente chamado assim quando me enxergava gritava: “Vem para Jesus!” um de seus bordões, que o pai acolha ele nesta data, e traga aos seu familiares refrigerio e conforto, meus sinceros sentimentos!

Nota de pesar Ana Raquel Possas

Ao Eduardo da Raquel,

Desculpe tirar os títulos para esta mensagem, mas isto sei que neste momento é o que menos importa.

Meu amigo, gostaria de deixar registrado, o quanto Raquel e você foram especiais em nossas vidas (Keila e eu). Sei que neste momento de dor não podemos levar nenhuma palavra que lhe traga algum conforto, esperamos realmente que as palavras de nosso Senhor valam para o momento:

8 “Pois os meus pensamentos
não são os pensamentos de vocês, nem os seus caminhos são os meus caminhos”, declara o ­Senhor.

9 “Assim como os céus são mais altos
do que a terra, também os meus caminhos são mais altos do que os seus caminhos; e os meus pensamentos,
mais altos do que os seus pensamentos.

 Isaías 55:8,9

Palavras estas que você e Raquel nos ensinaram a trilhar, não falando, e sim com exemplos. Tenho certeza que do Céu, onde a Raquel se encontra, ela olha lá de cima é diz: “Valeu a Pena”. Valeu a pena pelo companheiro, pai e amigo que ajudou ela percorrer esta caminhada na terra.

Estamos muito tristes, eu e a minha esposa, e compartilhamos esta dor, dor esta que neste tempo de pandemia não podemos expressar como gostaríamos, que a vontade que temos era ir te dar um abraço e dizer que você é especial para gente. A morte infelizmente surge a qualquer momento e por vezes leva as pessoas que nos são especiais. Ficam as recordações de uma mulher maravilhosa que deu e ensinou muito a todos nós. A você, eu e Keila, deixamos os nossos sinceros pêsames!

(Mário da Keila e a Keila do Mário)