Vereador de Santana quer CPI do Coronavírus para investigar gastos da gestão do prefeito Ofirney Sadala

rarisson santiago

Rarison Santiago conseguiu o número de assinaturas necessárias para a CPI, mas falta a instalação.

O vereador Rarison Santiago (Republicanos), líder da oposição ao prefeito Ofirney Sadala (PHS), conseguiu emplacar o requerimento que cria uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar gastos na ordem R$ 4,1 milhões destinados ao combate da covid-19 em Santana.

Com o apoio dos vereadores Adelson Rocha (PCdoB), Socorro Nogueira (PT), Katia Lima (PSD) e Josivaldo Abrantes (PDT), Rarison Santiago conseguiu, de acordo com o Regimento Interno da Câmara Municipal, completar as cinco assinaturas necessárias para criar a “CPI do Coronavírus” ou “CPI do Covidão” de Santana.

As cinco assinaturas correspondem a um terço dos 15 vereadores da Casa, número exigido para que o requerimento de CPI seja lido em plenário, realizando em seguida a composição dos três membros, respeitando a proporcionalidade dos partidos, que serão apontados pela presidente Helena Lima (Solidariedade).

O vereador Rarison Santiago afirmou que o número de assinaturas suficientes para a instalação da chamada “CPI do Covidão” foi uma grande vitória da sociedade santanense que cobra mais transparência em relação aos recursos federais destinados para o combate ao coronavírus, já que o retorno não foi sentido na ponta pela população durante os meses de março, abril, maio e junho, quando procuraram atendimento e tratamento para a pandemia na rede municipal de Saúde.

“O município recebeu mais de R$4 milhões em maio e no momento de ápice da pandemia do coronavírus em Santana, o que observamos foi a gritaria geral da população que procurava atendimento na UBS Maria Tadeu, recebia atendimento médico, mas voltava para casa sem os medicamentos necessários para o início do tratamento da doença, tendo que se deslocar para capital ou realizar comprar em valores altíssimos na rede particular”, diz o vereador, que é pré-candidato a prefeito no município.

De acordo com dados registrados no Portal da Transparência do Covid-19 da Prefeitura de Santana, os recursos destinados em maio são da bancada federal por meio de indicação da deputada federal Leda Sadala, irmã do prefeito, mas o município também recebeu R$ 4,3 milhões em junho do governo federal, totalizando mais R$ 8 milhões nos últimos dois meses para combater a pandemia.

“Com R$ 4 milhões daria para oferecer o serviço de tomografia computadorizada aos santanenses, já que com o exame que na rede particular custa cerca de R$ 350, os médicos conseguem ter um diagnóstico mais acurado da doença e até hoje não temos o exame de tomografia, mesmo com milhões em conta”, denuncia o parlamentar.

Operação Expurgo da PF
O pedido de CPI tem como objeto principal, investigar gastos de recursos federais na ordem de R$ 4,1 milhões, mas podem alcançar a cifra de mais de R$ 8 milhões destinados à Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), tendo como foco processos com dispensa de licitações, contratos emergenciais que levantaram suspeitas por parte dos parlamentares sobre possíveis direcionamentos, favorecimento e até mesmo suspeitas de superfaturamento em valores verificados em notas de empenhos. Algumas dessas suspeitas também são alvos de investigação da Polícia Federal na Operação Expurgo, realizada em maio.

A Operação Expurgo da PF realizou mandados de busca e apreensão na casa da secretária de Saúde Maira Carvalho, residências de empresários e no prédio da Semsa, apontando durante as investigações, suspeitas de direcionamento e fraudes em licitações na ordem de R$ 1,8 milhão em recursos para o covid-19.

Rarison afirma que o festival de dispensas de licitações mesmo com o decreto de emergência chama a atenção da imprensa local e da sociedade, alertando a oposição que confirmou diversas informações do portal que precisam ser investigadas.
Um dos casos emblemáticos é a compra de insumos hospitalares pela empresa Santana Hospitalar, que até o momento da denúncia na imprensa santanense tinha endereço desconhecido e só passou a ter identificação num prédio localizado às margens da rodovia Duca Serra, após denúncias numa emissora de rádio local.

A nota de empenho apresentada pela Santana Hospitalar apresenta valores que não estariam de acordo com a realidade de mercado.

“Agora é instalar a CPI e pressionar junto com a sociedade, investigando todos os processos, pedindo apoio do MP, MPF e da PF para abrir a caixa-preta do coronavírus em Santana. Assim vamos saber por que faltou remédios básicos como azitromizina, ivermectina e insumos durante a pandemia, que poderiam salvar vidas que foram perdidas, já que milhões foram destinados na conta do Fundo Municipal de Saúde,” finalizou Rarison Santiago.

Fonte: https://www.diariodoamapa.com.br/cadernos/politica/vereador-de-santana-quer-cpi-do-coronavirus-para-investigar-gastos-da-gestao-do-prefeito-ofirney-sadala/

Profissionais do Hospital de Santana passam por testagem do Covid-19

O Governo do Estado do Amapá realizou na manhã desta terça-feira (02), mais uma ação de testagem rápida para covid-19 em profissionais de saúde, desta vez, no Hospital Estadual de Santana. Foram feitos 237 testes. 
A ação faz parte das medidas do Estado de atenção aos profissionais que atuam na linha de frente do combate à covid-19. Trata-se de uma trabalho contínuo. 
Dos 237 testes:
• 161 – testaram não reagente.  • 56 igG – fase que não apresenta risco de transmissão e já se encontra recuperado.  • 12 igM e igG – estágio inicial de recuperação.  • 8 igM – quando o paciente está na fase aguda. 
O farmacêutico da SVS, Giovani Mariano, avalia a ação de maneira positiva. 
“Tivemos um alto índice de pessoas com igG, que são os infectados que já criaram anticorpos contra o vírus. Isso é uma boa notícia, porque além do sistema imunológico deles combater o vírus, não apresentam mais sintomas, não transmitem mais, o que significa que podem voltar para ajudar os colegas de trabalho no combate ao coronavírus”, disse Giovani.

Av. Joaquina Silva do Amaral pede socorro

Os moradores do Novo Horizonte, na Zona Norte de Macapá, reclamam das condições da Av. Joaquina Silva do Amaral, que corta o bairro. O trecho entre as ruas Marabaixo e João de Deus está tomado pelo mato, que, em alguns pontos, chega a atingir 1,7 metro de altura, segundo afirmam os líderes comunitários da região.A via é uma das principais ligações entre os bairros Novo Horizonte e o Jardim Felicidade. De acordo com o líder comunitário João Ximenes, nos últimos 3 anos a vegetação foi tomando conta da via, impedindo o fluxo de veículos no trecho. A linha de ônibus Pedrinhas/Novo Horizonte que trafegava pelo local foi desviada para outra avenida.

O mato alto no local resultou no acúmulo de lixo e na proliferação de animais peçonhentos e pragas, segundo informou Luiza Souza, de 42 anos, que mora há 18 anos no bairro. A parte coberta pelo mato ao longo de 3 anos obrigou os moradores a construirem passarelas de madeira para o tráfego com segurança na área.Com essa situação fica difícil para a ambulância e a polícia entrarem por aqui. Os doentes têm que ser carregados até a parte asfaltada para poderem ir ao hospital”, conta a moradora, acrescentando que em alguns pontos o mato chega a ultrapassar a sua altura, de 1,65 metro.

Os líderes comunitários do bairro já solicitaram à Secretaria Municipal de Manutenção Urbanística (Semur) a limpeza da via, porém, segundo eles, não houve resposta à solicitação.

Reportagem : Ryan Araújo

Santana entregue a urubus e ratos

Há exatamente 15 (quinze) dias, não estão fazendo a coleta de lixo no município de Santana a desculpa dada para tal fato que 60% (sessenta porcento) da equipe que cuida da limpeza pública está doente de Covid 19, a verdade e que a empresa ainda não teve o cronograma financeiro colocado em dia, o que impossibilita de manter seus serviços, pois sem o dinheiro fica difícil efetuar os serviços de coleta de lixo da cidade.

O que mais surpreende os moradores do município é a falta de satisfação do órgão incumbido de fazer a respectiva coleta de lixo, a cidade está ficando infestada de ratos e urubus, daqui a pouco para localizar Santana bastará olhar para o céu, onde tiver a maior concentração de urubus, estará nosso município.

Santana vive dias de abandono na área de saúde, infra estrutura rodoviária e agora coleta de lixo, em plena a pandemia como podemos enfrentar o COVID19 sem termos nem mesmo o direito a uma coleta de lixo? Fica a pergunta para a nossas autoridades municipais responder.

Sadala terá que indenizar ex-servidora demitida durante a gravidez

A ex-servidora, chamada de Iranilse da Silva Rodrigues, entrou com mandado de segurança alegando ato abusivo por parte do prefeito.

Ofirney Sadala, prefeito de Santana, terá que indenizar uma ex-servidora que foi exonerada no último mês de gravidez, em fevereiro de 2019. A determinação é da Câmara Única do Tribunal de Justiça do Amapá (TJAP). A ex-servidora, chamada Iranilse da Silva Rodrigues, entrou com mandado de segurança alegando ato abusivo por parte do prefeito. Iranilse alega, no mandado, que a prefeitura sabia que ela ficaria ausente por conta da gravidez, mas foi surpreendida com a exoneração antes do parto acontecer. Iranilse ocupava um cargo comissionado como gestora da Escola Municipal de Ensino Básico Gentila Anselmo Nobre. No mandado para a justiça ela exigia a reintegração ao cargo, ou indenização correspondente aos salários que deixou de receber até o fim da estabilidade, uma garantia de 05 meses estabelecida por lei.

A Constituição Federal assegura essa estabilidade para servidoras públicas, mesmo que em cargos comissionados, após o parto. O relator do processo, desembargador Manoel Brito, votou favorável ao pedido da professora e foi acompanhado, por unanimidade, pelos outros magistrados.

Mesmo ganhando Iranilse não sabe quando receberá, já que a decisão não fixa prazo para que o pagamento seja efetuado.

Adolescentes fazem 9 pessoas da mesma família reféns por mais de 3 horas, em Macapá

Grupo chegou a transmitir numa rede social onde apontava arma para uma criança de 8 anos. Após negociação, dois foram detidos e um fugiu.

Vejam:

Três adolescentes invadiram uma residência na noite de quinta-feira (28) no distrito do Coração, na Zona Oeste de Macapá. Eles fizeram reféns nove pessoas da mesma família. A polícia foi acionada e a negociação durou cerca de 3 horas.

De acordo com o Centro Integrado de Operações de Defesa Social (Ciodes), vizinhos viram e denunciaram a invasão. A ocorrência foi atendida pelo 6º Batalhão da Polícia Militar (PM), Batalhão Força Tática e Batalhão de Operações Especiais (Bope).

O Ciodes informou ainda que entre as vítimas estavam um bebê e uma criança de oito anos, que apareceram numa transmissão ao vivo sob a mira de uma arma, enquanto um dos adolescentes fazia exigências.

Durante a negociação as 2 crianças e uma senhora foram liberadas. Os adolescentes dispararam tiros que atingiram a vidraça da casa. Algumas vítimas tiveram cortes nos pés causados por estilhaços dos vidros.

Duas armas verdadeiras e uma de brinquedo foram apreendidas na operação — Foto: PM/Divulgação

Duas armas verdadeiras e uma de brinquedo foram apreendidas na operação — Foto: PM/Divulgação

Um adolescente conseguiu fugir levando joias e objetos no valor de R$ 10 mil, além de R$ 3,5 mil em dinheiro. Duas armas de fogo e outra de brinquedo foram encontradas. Os dois que ficaram na casa foram apreendidos e encaminhados para a delegacia da Polícia Civil.

De acordo com a PM, os envolvidos moram em área de alagado na região chamada Ponte da Moinha, no bairro Novo Horizonte, Zona Norte, e são apontados como autores de outros atos infracionais análogos a roubos e furtos.

A PM disse ainda que eles realizaram o delito a mando de uma facção de dentro do Instituto de Administração Penitenciária do Amapá.

Fonte: https://g1.globo.com/ap/amapa/noticia/2020/05/29/adolescentes-fazem-9-pessoas-da-mesma-familia-refens-por-mais-de-3-horas-em-macapa.ghtml

O Fenômeno das terras caídas


Que acontece diariamente no arquipélago do Bailique, distante 126 quilômetros de Macapá. Trata-se de um fenômeno Natural de erosão da margem fluvial. É o processo de desgaste das margens do rio, causado pelo fluxo de suas águas e pelas fortes chuvas que transportam pedaços dos solos ou de rocha deteriorados (processo de sedimentação), resultando no deslizamento de terras.

Segundo, relatos de moradores que moram no local , muitas coisas já foi destruída pela força das águas, como: (casas, escolas, pontes, comércios etc..)

Reportagem: Ryan Araujo
Fotografias de Ryan Araujo

#Bailiqueesuasbelezas

A matemática não mente, veja como o COVID pode afetar em nosso Município

Matemática do covid

Temos cerca de 120 (cento e vinte mil) habitantes, pelos cálculos menos alarmantes, creem que 70% (setenta por cento) pegaram o vírus do COVID.

Vejamos 70% de 120 mil habitantes, perfaz um montante de 84.000 pessoas infectadas, teremos em nosso Município pasmem, 84 mil pessoas com o vírus, temos um índice de morte de 2% (dois porcento) dos que contraem a doença não sobrevivem, ou seja, 1.680 pessoas mortas, se está projeção acontecer não teremos hospital, leitos de UTI, cemitério, ou câmaras frigoríficas para suportar tantas mortes, ressaltamos que pode ser mas grave senão dermos a assistência básica adequada aos doentes.

Logo temos que manter o lockdown existente para o achatamento desta calamidade, mas também temos que tomar medidas paralelas para tentar que não atinjamos este índice alarmante, que medidas?

  1. Alimentar as pessoas que precisam em sua residência, um programa para levar o alimento a quem, mas precisa;
  2. Ter os remédios da assistência básica nas farmácias para que as pessoas não agravem seu estado de saúde;
  3. Realização de testes para mapeamento das pessoas e de bairros mais afetados, e exames de alta complexidade ambulatorial como a tomografia computadorizada;
  4. Aferição dos bairros mais afetados para que seja tomada medidas de desinfecção e sanitárias;
  5. Manutenção de EPI´s para os trabalhadores da saúde e população que precise trabalhar;
  6. Confecção é distribuição de mascaras para a população que não pode adquirir.

Com estas medidas podemos diminuir as perdas que teremos, e quem sabe baixar os índices.

Hora de união entre os poderes, união, estado e município, para que possamos depois voltar a nossa normalidade.

Por Mário Antonio Marques Fascio. Fascio é analista de sistema, um observador da vida política de Santana-AP.

Centro de Covid-19 de Santana instala contêiner refrigerado

Medida segue orientação técnica do Ministério da Saúde para manejo de corpos e serve como barreira para conter avanço do vírus.

Por Hélmiton Prateado

O Centro de Atenção ao Covid-19 de Santana instalou um contêiner refrigerado para recepção de corpos, cuimprindo o protocolo de manejo correto de corpos do Ministério da Saúde. A medida é de respeito aos pacientes que forem a óbito e como medida de contenção do contágio pelo vírus.

De acordo com o médico André Franco Ribeiro, diretor-técnico do Centro Covid-19 de Santana, a normativa do MS é rigorosa no que diz respeito ao manejo de corpos.

“A acomodação dos corpos em ambiente devidamente refrigerado é uma medida que cumpre dois papéis. No primeiro momento garante a dignidade humana ao dar devido tratamento respeitoso a um cadáver e em seguida impede a proliferação da contaminação do Covid-19 em ambiente inadequado”, frisa.

O contêiner foi locado em Belém e trazido para o Centro Covid-19 de Santana para garantir o cumprimento imediato da normativa. O protocolo do Ministério da Saúde rejeita até a realização de autópsia em caso de diagóstico confirmado de contágio pelo novo coronavírus.

“Na chegada ao necrotério, alocar o corpo em compartimento refrigerado e sinalizado como COVID-19, agente biológico classe de risco 3”, diz a nota técnica do MS. O manejo correto tem sido uma constante preocupação, principalmente como forma de prevevir contágios dos profissionais da saúde.

“Estamos cumprindo todos protocolos com extremo profissionalismo para garantir a melhor eficácia para a população e para os agentes envolvidos no enfrentamento ao Covid-19”, finalizou o diretor

Fonte: https://www.diariodoamapa.com.br/cadernos/cidades/centro-de-covid-19-de-santana-instala-conteiner-refrigerado/

O que vem dificultando o enfrentamento do COVID19 no Estado do Amapá, na perspectiva de Santana.

Fascio

O Estado do Amapá está em lockdown, o problema que em Santana, não temos o direito a assistência básica de saúde, estamos sem remédios como azitromicina, ivermectina, hidoxicloroquina, pasmem vitamina C, entre outros. Esses remédios fundamentais para a cura do COVID19 em estado inicial, os quatro primeiros dias dos sintomas.

Não adianta trancar as pessoas e não ter ações paralelas para enfrentamento, não temos testes, não conseguimos mapear o tamanho do problema.

O Município dorme em berço esplendido, sem tomar providências para o enfrentamento da pandemia.

Postos de saúde desabastecidos, o que leva o povo santanense a se socorrer nas UPAS da capital, em especial a UPA do Marabaixo, sobrecarregando também o sistema básico de nossa capital – os que tem condições de logísticas, que infelizmente são poucos. Outros estão pacientemente esperando a morte em suas casas.

Precisamos, urgentemente, colocar os remédios da atenção básica nas prateleiras! Fazer que ele chegue as mãos de quem precisa, pois vamos trazer uma sobrecarga no Estado, precisaremos, mais leitos de UTI que o necessário por falta deste atendimento básico.

O dinheiro está na conta do Município, porque não estamos conseguindo a assistência básica? Essa assistência desafogaria o sistema de saúde do Estado e traria calma à população.

Nós cidadãos santanenses temos que exigir que os remédios cheguem à rede pública. Já se sabe quanto mais cedo começa o tratamento para a COVID19, maiores são as chances de recuperação. Por que negar isso ao povo deste Estado?

Por Mário Antonio Marques Fascio, Fascio é formado em analista de sistema, um observador da vida política de Santana.