O que vem dificultando o enfrentamento do COVID19 no Estado do Amapá, na perspectiva de Santana.

O Estado do Amapá está em lockdown, o problema que em Santana, não temos o direito a assistência básica de saúde, estamos sem remédios como azitromicina, ivermectina, hidoxicloroquina, pasmem vitamina C, entre outros. Esses remédios fundamentais para a cura do COVID19 em estado inicial, os quatro primeiros dias dos sintomas.

Não adianta trancar as pessoas e não ter ações paralelas para enfrentamento, não temos testes, não conseguimos mapear o tamanho do problema.

O Município dorme em berço esplendido, sem tomar providências para o enfrentamento da pandemia.

Postos de saúde desabastecidos, o que leva o povo santanense a se socorrer nas UPAS da capital, em especial a UPA do Marabaixo, sobrecarregando também o sistema básico de nossa capital – os que tem condições de logísticas, que infelizmente são poucos. Outros estão pacientemente esperando a morte em suas casas.

Precisamos, urgentemente, colocar os remédios da atenção básica nas prateleiras! Fazer que ele chegue as mãos de quem precisa, pois vamos trazer uma sobrecarga no Estado, precisaremos, mais leitos de UTI que o necessário por falta deste atendimento básico.

O dinheiro está na conta do Município, porque não estamos conseguindo a assistência básica? Essa assistência desafogaria o sistema de saúde do Estado e traria calma à população.

Nós cidadãos santanenses temos que exigir que os remédios cheguem à rede pública. Já se sabe quanto mais cedo começa o tratamento para a COVID19, maiores são as chances de recuperação. Por que negar isso ao povo deste Estado?

Por Mário Antonio Marques Fascio, Fascio é formado em analista de sistema, um observador da vida política de Santana.

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