A matemática não mente, veja como o COVID pode afetar em nosso Município

Temos cerca de 120 (cento e vinte mil) habitantes, pelos cálculos menos alarmantes, creem que 70% (setenta por cento) pegaram o vírus do COVID.

Vejamos 70% de 120 mil habitantes, perfaz um montante de 84.000 pessoas infectadas, teremos em nosso Município pasmem, 84 mil pessoas com o vírus, temos um índice de morte de 2% (dois porcento) dos que contraem a doença não sobrevivem, ou seja, 1.680 pessoas mortas, se está projeção acontecer não teremos hospital, leitos de UTI, cemitério, ou câmaras frigoríficas para suportar tantas mortes, ressaltamos que pode ser mas grave senão dermos a assistência básica adequada aos doentes.

Logo temos que manter o lockdown existente para o achatamento desta calamidade, mas também temos que tomar medidas paralelas para tentar que não atinjamos este índice alarmante, que medidas?

  1. Alimentar as pessoas que precisam em sua residência, um programa para levar o alimento a quem, mas precisa;
  2. Ter os remédios da assistência básica nas farmácias para que as pessoas não agravem seu estado de saúde;
  3. Realização de testes para mapeamento das pessoas e de bairros mais afetados, e exames de alta complexidade ambulatorial como a tomografia computadorizada;
  4. Aferição dos bairros mais afetados para que seja tomada medidas de desinfecção e sanitárias;
  5. Manutenção de EPI´s para os trabalhadores da saúde e população que precise trabalhar;
  6. Confecção é distribuição de mascaras para a população que não pode adquirir.

Com estas medidas podemos diminuir as perdas que teremos, e quem sabe baixar os índices.

Hora de união entre os poderes, união, estado e município, para que possamos depois voltar a nossa normalidade.

Por Mário Antonio Marques Fascio. Fascio é analista de sistema, um observador da vida política de Santana-AP.

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